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o dia que enfrentei meu maior medo: palestrar

Vocês sabem que sou cara de pau e um pouco zuado irreverente, mas a verdade é que desde os tempos da escola que nunca gostei de me expor. Tive uma professora da quarta série que toda semana sorteava 3 alunos para lerem suas redações lá na frente da sala, detestava fazer isso, acho que desde então passei a temer esse tipo de exposição.

Solução? procurava me empenhar no conteúdo e deixava que outras pessoas apresentassem no meu lugar(isso quando o trabalho era em grupo) e ficava confortável com isso, mas sempre dava um “migué” caso fosse uma apresentação individual, ou seja, sempre que podia eu driblava esse incomodo.

Mas e ae, até quando tentaria me enganar?
Hoje o modo como penso mudou totalmente depois que conheci a Adaptworks, sempre ouvia pelos “corredores” para tentarmos enxergar “fora da caixa” e que “zona de conforto” era algo inaceitável. Pois bem, propus um desafio a mim mesmo e alguns meses atrás submeti uma proposta de palestra em um dos maiores eventos agile do país, o Agile Brazil.

Convidei meu parceiro @diogobaeder para dividir esse fardo comigo e enviamos a proposta; algumas semanas depois e somos informados que nossa palestra foi aceita e precisaríamos confirmar…ainda tinha uma última chance para desistir. Daí a importância do meu parceiro, se eu desistisse teria que inventar uma desculpa para ele e não seria legal, então aceitamos :)

Firme e confiante… estava cada vez mais decidido e animado com essa apresentação, porém, a medida que o dia se aproximava eu ficava com mais medo, meu nervosismo estava somado a importância do evento, a responsabilidade de criar um bom conteúdo e a repercussão após a palestra, meu medo que antes era apenas de me expor agora era algo gigantesco, pelo menos para minha cabeça.

O “dia d” estava cada vez mais perto, mas não tinha como desistir, eram muitos amigos me dando apoio e me desejando sorte, sem ao menos saber o quão desconfortável eu estava me sentindo, então my friends, não estava indo pra fortaleza apenas por mim, já estava levando vocês juntos comigo; se eu desistisse iria decepcionar muitas pessoas.

Enfim o dia chegou, graças a ótima organização do evento pudemos entrar 1 hora antes na sala e conseguimos até fazer um último ensaio slide por slide. A medida que o horário da apresentação se aproximava e as pessoas começavam a entrar eu me sentia mais calmo, os nossos ensaios anteriores me fez bem, e como a @brunaspontes mesmo me disse, falar sobre um assunto que temos mais conhecimento é sempre mais fácil. Em pouco menos de 50min e tinha vencido meu maior inimigo de anos, pelo menos 1 vez consegui vencê-lo.

Vou guardar esse crachá por um bom tempo :)

A ideia da palestra nós conseguimos transmitir muito bem, se apenas uma pessoa da platéia ja se interessou por algum assunto que abordamos na apresentação, todo esse esforço foi mais do que recompensado.

E você tem alguma vontade ou anseia por algo mas não encara por alguma dificuldade? reconhecer seus limites é o primeiro passo…

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entrevistas

Pois bem amigos, desde o final de janeiro quando me desliguei da AdaptWorks que estou nessa maratona de entrevistas, não fiz tantas assim, mas pelas poucas que fiz e pelas vagas que fiquei vendo diariamente na apinfo, pude notar algumas coisas interessantes ou no mínimo bizarras, tentarei lembrar de todas:

  1. Struts 1 e 2 não estão mortos, tem muita vaga que pede vivência com esses frameworks.
  2. JSF também não está morto.
  3. todas as empresas na apinfo são líderes em seus segmentos, impressionante.
  4. a maioria das empresas na apinfo, são adeptas aos métodos ágeis, mentirosos mais impressionante ainda.
  5. CVS e SVN também não estão mortos.
  6. não existe estado civil “namorando”, em todo caso sou solteiro \o/ uhuuuuuuu.
  7. várias vagas para python e ruby.
  8. alta demanda de programadores poliglotas.
  9. programador web, você DEVE conhecer pelo menos algo mais avançado de CSS.
  10. programador web, você DEVE dominar HTML e JS.
  11. a Apinfo continua com o mesmo site desde 2003 quando comecei a buscar vagas de estágio.
  12. pair programming é sinônimo de enrolação.
  13. entrevistas que não são feitas com a área técnica são chatas.
  14. testes técnicos no papel, são no mínimo ridiculas.
  15. TDD pra que? temos uma equipe de QA.

Ok, não sou trouxa de imaginar que algumas tecnologias estariam mortas, mas não imaginava que ainda eram tão utilizadas assim como tenho visto, seja em vagas e entrevistas. Por outro lado, a procura de profissionais em novas(nova no sentido de popularidade) linguagens tem sido bastante evidente, entendo isso como uma coisa boa e até acho que é um ciclo normal, menos mal. Participei de duas entrevistas em duas grandes empresas que me fizeram sentir um bosta de um programador, pelo menos percebi que não devo me limitar a ser um programador foda em java e me lembrar de sair da minha zona de conforto, e isso gostaria de repassar a todos, não se limitem também, estudem, leia livros, participe de sessões de coding dojo, se mexa!.
Enfim, segunda começo a trabalhar em uma consultoria, toda mudança de emprego me deixa apreensivo, seja com a cultura da empresa, seja com os outros desenvolvedores. Não quero escrever mais porque hoje é meu último dia de vagabundo, e quero termina-lo jogando um pouco de PS3, tomando uma coca e comendo alguma porcaria.

Finalizando, agradeço toda galera que espalhou meu currículo por aí, que me recomendaram no linkedin, que responderam meu email pedindo alguns conselhos, que me encaminharam vagas de emprego, sou grato a todos vocês! Torçam por mim no meu novo emprego.

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4 anos atrás

Esses dias fiquei pensando como e aonde estava 4 anos atrás. Lembrei de algumas coisas, na época tinha em casa um Pentium III 800Mhz com incríveis 512Mb de RAM, um super HD de 80Gb e um gigantesco CRT de 15″. Trabalhava em uma empresa de assessment na qual fiquei por longos 3 anos como programador php, lembro-me que não me importava tanto com investimento técnico, era do tipo que vestia a camisa da empresa, então acabava arcando com responsabilidades que iam além de um programador. Esse comportamento me ajudou a ter um lugar na empresa, era responsável e tinha a confiança de todos, mas com o tempo percebi que deixar de lado minha profissão estava me prejudicando, foi aí que resolvi mudar e percebi que esse tempo sem “investir” na área técnica era como se eu tivesse dado vários passos pra trás.

Há 4 anos, imaginava que hoje estaria vivendo em outro cenário, mas independente financeiramente, morando em sampa mais próximo do trabalho e etc…nada disso aconteceu :) por N motivos, alguns mais pessoais que não vale a pena registrar aqui. Pensando nisso, confesso que bateu até um certo desanimo…mas, como dizem, não vale a pena chorar pelo leite derramado…porém, que algumas coisas me sirvam de lição.

Não teve só um lado ruim, claro que surgiram vários pontos positivos que eu nem havia planejado…o que me leva a crer que planos não me servem, não sou dedicado o suficiente para planejar, muito menos para seguir algum.

Hoje, acredito que “vestir a camisa da empresa” não é ruim, desde que você não esqueça de investir no seu lado técnico. O problema em se preocupar mais com a empresa do que com você é que de uma hora pra outra você pode perder seu emprego, e todo aquele prestígio não lhe serviu pra muita coisa, afinal, vestir a camisa da empresa não conta no currículo quando se está a procura de uma nova vaga.  Nunca trabalhei em uma empresa de grande porte, talvez essa característica ocorra apenas em empresas que possuem pouca quantidade de funcionários.

Pensar em como estarei na próxima copa em 2014 aqui no Brasil?…melhor não.

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fuja da rotina

Quando não tenho nada pra fazer gosto de pensar na vida, fico viajando mesmo e reflito um pouco meus passos. Esses dias, me senti um tanto quanto desconfortável da forma como tenho levado a vida, da casa para o trabalho, do trabalho para casa e quando chegava no meu quarto já ligava meu note, e aos finais de semana essa era a primeira coisa que fazia após escovar os dentes, nada saudável. Ok, trabalho com web e gosto de ler feeds, ver vídeos e conversar com os amigos pelo gtalk/msn, mas acho que tenho passado dos limites.

Pensando nisso, decidi mudar. Fui de certa maneira inteligente por ter notado essa deficiência, agora vem a parte mais difícil, a mudança. Mas como? durmir está fora de cogitação, TV/PS3/Wii dá no mesmo que ficar na frente do note. Academia? muay thai como a @monteirobrena sugeriu, talvez, mas desde a semana passada tenho acompanhado o trabalho do @Thomas_Nunes na tentativa de criar um um novo logo e isso me interessou. Arrisquei alguns traços e dei alguns sugestões, eis que todo esse trabalho me despertou o interesse em voltar a desenhar. Desde pequeno gostava de ficar horas desenhando (quando não estava na roça nem na escola), e por muito tempo tinha parado, deve ser daí a explicação pra minha caligrafia ter piorado tanto também. Pois bem, no começo do mês fomos a Fnac apenas por curiosidade e não resisti, comprei um bloco de anotações e estou carregando pra todos os lados, além de ser útil pra anotar possíveis idéias para posts, tenho esboçado alguns desenhos também e esse tem sido meu passatempo nos últimos dias.

Enfim, estava apenas incomodado com minha rotina e acabei despertando a vontade de desenhar novamente, tudo isso não teria valor nenhum se eu não reconhecesse uma falha e não tivesse vontade de mudar, e o desenho é apenas um exemplo, o que tiro de lição é que rotina faz mal, nos deixam como robôs, o legal é mudar, improvisar, surpreender…mude alguma coisa você também e fuja da rotina.

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informe

Pessoal, essa semana publiquei um post no blog da Adaptworks, quem quiser conferir é só acessar: blog.adaptworks.com.br
Comentário são sempre bem vindos!

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lavando a roupa suja

Ao longo desses anos que trabalho na minha área de formação, venho notando que assim como em qualquer outra, é muito difícil nos dar bem com todo mundo, e comigo não é diferente. Vou citar alguns exemplos:

O que leva um programador dizer aos demais que ele ganha mais do que os outros? – Sim, trabalhei com um mané que frequentemente fazia questão de deixar claro pra todo mundo que ele ganhava mais, pelo menos ele era de outra equipe (equipe mesmo, aquilo estava muito longe de ser um time). Resultado, devido ao seu comportamento ele foi demitido no meio de um projeto.
Já imaginou dividir a baia com o Charles Bronson? é amigão, eu tive esse “privilégio”, o cara era o “fodão” (pelo menos ele pensava que fosse), além de ser super auto-confiante não admitia erros, quando ele errava a equipe toda era culpada, mas quando alguma outra pessoa da equipe cometia um erro, a culpa era só dela. Uma vez passei a semana toda em uma task beeeem chata, mas que consegui finaliza-la na sexta e quando voltei na segunda ele tinha dito que tinha feito “coisas mirabolantes” e que tinha terminado o que eu tinha feito, wtf? com toda minha calma oriental falei que ja tinha feito exatamente aquilo que ele acabara de me falar, mas claro que o Charles Bronson não satisfeito fez questão de mostrar o código, que logo reconheci pois estava exatamente como deixei na sexta, dessa vez eu não satisfeito abri a versão passada do meu commit e mostrei “olha meu commit de sexta, eu ja tinha feito isso”. Resultado, ele saiu da empresa por conta própria, mas logo quis voltar e a empresa não o aceitou de volta.
Bugs são chatos, mas uma pessoa que só cria bugs é mais chato ainda. Bug é um jeito formal de falar em nossa área, mas em alguns casos é uma “cagada” mesmo, pense em ter uma pessoa da equipe que não aceita ajuda e só cria “bugs”, e o pior, depois ele não assume os erros e outras pessoas da equipe perde tempo consertando seus erros enquanto ele cria mais bugs…é inacreditável algumas coisas que lembro. Resultado, devido a pressão ele saiu \o/

Hoje com tudo que tenho apreendido sobre scrum, muitos desses problemas poderiam ser resolvidos muito mais rápido e talvez impedisse a perda de pessoas no meio do projeto, com a retrospectiva que é a tal hora de “lavar a roupa suja” todos esses problemas que enfrentei poderiam ser jogados na mesa, e talvez poderiamos saber as opiniões dos outros membros da equipe e quem sabe se todos tivessemos a mesma opinião conseguiriamos ajudar a pessoa, ou até mesmo, se eu fosse a única pessoa a ter notado esse problema…talvez eu fosse o empecilho e eu precisasse de ajuda, quem sabe eu era o único chatão…

E vocês, costumam “lavar a roupa suja” em suas retrospectivas?

edit: o comentário da Brena me fez lembrar que, lavar a roupa suja é diferente de “caça as bruxas”, não devemos levantar culpados e sim procurarmos resolver os problemas da melhor forma possível para o time.

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quebrando um costume

Costume nada mais é do que um hábito. Alguns, de tão rotineiros parecem tão normais que as vezes fazemos sem pensar, e não deveriamos.

Um exemplo de costume que eu confesso que já fiz e vi acontecer o em todas empresas que já trabalhei: agradecimentos no e-mail de despedida.
Por que as pessoas só dizem obrigado no momento que estão deixando a empresa? Será que é vergonhoso ou errado agradecer seu colega de trabalho pela ajuda que ele proporciona todos os dias? É estranho agradecer por confiarem no seu serviço? Ou será que, apenas o fato de você estar trabalhando e se empenhando todos os dias transpareça uma imagem de agradecimento?

Ontem após o planning, fomos ao restaurante “comemorarmos” o último sprint que foi aceito pelo PO, e como sempre participei e sendo sincero fui mais um ouvinte de discussões sobre agile, xp, scrum… discussões essas valiosíssimas e que ao deixar o restaurante fiquei tão agraciado que me senti feliz e importante por fazer parte daquele time, e senti uma vontade de agradecer meu amigo que um dia se lembrou do japa aqui e fez o convite para integrar essa equipe, e assim o fiz e me fez refletir sobre esse post.

Não espere ter que sair da empresa para agradecer a oportunidade que lhe deram em um e-mail de despedida, quebre e fuja desse e de outros costumes.

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tendências

Tendência é algo que nos cerca por todos os lados, sejam pelas roupas, comida, música e em nossa área não é muito diferente, aliás, acho que talvez possa ser muito mais do que em outras, visto que as novidades não param e todos os meses somos bombardeados com elas em revistas, blogs, fóruns, twitter, eventos…aí eu lhes pergunto:

  • vocês costumam ou acham importante ficar por dentro das tendências?
  • como filtram o que realmente lhes interessam?
  • o que acham das pessoas que não estão nem aí para as novidades?

Já citei em um post passado e até recebi comentários sobre “evolução no código”, talvez tendências tenha um papel fundamental para isso, será que podemos evoluir sem atribuir nada de novo em nosso dia-a-dia? evolução essa que não fica apenas em nossos códigos, mas na forma e em como trabalhamos também.

Dosagem
Algo muito importante, o ideal ou talvez mais óbvio seria dizer “nem muito e nem tão pouco”, já passei por lugares que era muito difícil convencer ao chefe da equipe para incluirmos algo de novo no projeto e outro que por não sofrermos nenhuma resistência nos levaram a grandes falhas. Nos 2 exemplos nós sofremos, no primeiro por talvez termos perdido tempo arrumando soluções próprias sendo que o mercado oferecia uma alternativa pronta e por ficarmos estagnados em nosso “mundinho”. No segundo exemplo podemos dizer que a nossa “festa” no final virou um “pesadelo”, quando decidimos criar um projeto novo olhamos as tendências atuais daquele tempo e atribuímos ao projeto sem ao menos estudar seus pós e contras.

Exemplo
Vamos simular um cenário diferente e pensarmos em quando apresentarmos uma tendência, como as pessoas reagiriam:

  • imaginem que nos tempos atuais ainda não utilizássemos “talheres” e projetem um refeitório lotado de programadores de diferente projetos devorando suas marmitas, despedaçando o bifão com os dentes, rasgando a folha do alface com os dedos e esperando o feijão esfriar para não queima-los (programadores orcs eu diria), eis que um deles abre uma matéria em uma revista que falava sobre uma nova tendência que se chamava “UOT – Usem Os Talheres”
  • o conceito resume-se em utilizar alguns objetos metálicos para ajudar nas refeições, os objetivos são brandos e claros como: facilitar o corte de alimentos como carnes e legumes, não sujar as mãos durante a alimentação e comer de uma forma mais elegante.
  • as discussões sobre essa nova tendência começam, os mais geeks já entram no eBay para encomendar um jogo de talheres enquanto os demais discutem sobre usá-los ou não, a maior discussão gira em torno do “usando ou não vou comer minha marmita do mesmo jeito”.
  • com o tempo olhando o refeitório percebemos as divisões, uma parte que começou a usar não largou mais de tão satisfeitos, outros usaram e largaram e uma parte nem chegou a usá-los.

Nesse caso, quem está certo? os que aderiram a novidade, os que começaram e largaram ou os que nem querem saber?

Hoje por tudo que já passei, posso chegar a conclusão que de início ninguém está certo, ou melhor dizendo, eu que estou fora da situação não posso julgá-los, mas posso afirmar que estão certos aqueles que de fato viram suas reais necessidades e concluíram se precisam realmente dos talheres ou não. Cada caso é um caso.

E você? qual seu ponto de vista?

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news

É faz um tempinho que não “posto” nada aqui, mas estou preparando alguns posts e assim que possível estará no blog.
Esse post específico é apenas uma “prestação de contas” para registrar como andam minhas expectativas, em posts passados registrei bons momentos que se misturavam a otimismo e ilusão, mas que de alguma forma servem como um histórico de como tenho evoluído. Bom vamos lá!

Minhas expectativas em voltar a trabalhar com scrum não poderia ser melhor, tenho apreendido muito todos os dias, a cada daily meeting, planning, reviews e retrospectivas. Aprendizado esse que começa desde o planning poker até as reviews, conceitos sobre scrum que eu achava correto estavam totalmente errados, mas que só consegui descobrir após discussões com pessoas do time que possuem mais experiência (muito mais eu diria), discussões essas valiosissimas que renderiam bons temas para posts. Não saberia definir uma palavra para descrever a sensação que tenho de trabalhar com esse pessoal, mas uma coisa é certa, eu realmente tenho sorte, pois além de serem ótimos profissionais também me acolheram super bem, alias, isso sempre ocorreu em todas empresas que trabalhei até hoje. Sortudo ou não?

Essa semana completo 4 meses na casa da AdaptWorks, foi muito rápido!

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Where the hell is Massa?

O título do post é apenas uma alusão do vídeo que ficou muito famoso “Where the hell is Matt?”, não pense que vou viajar ao redor do mundo, é que esse mês mudei de emprego novamente, estão me chamando de andarilho, cigano…essas coisas, daí lembrei do vídeo e me surgiu a idéia desse título.
Recebi um convite de um amigo para integrar um novo time de desenvolvimento, novamente em sampa, ou seja, durmir até as 8? adeus!, fiquei pensando muito na proposta, pois já estava adaptado no emprego atual…pensei, pensei, pensei mais um pouco e decidi aceitar a proposta, resolvi arriscar e deixar de lado a preguiça de durmir até tarde.
Coencidentemente na mesma semana eu comprei a revista info, que tinha uma matéria sobre scrum e uma parte da matéria falava da AdaptWorks e do Alexandre Magno, e é pra lá que vou…digo, é aonde estou agora. Esse foi um dos motivos para minha decisão, trabalhar novamente com SCRUM.

Aproveito o post para agradecer ao Paulo e a toda galera do IPTI, me acolheram tão bem que na primeira semana de trabalho parecia que trabalhavamos juntos há anos, peço desculpas por não cumprir meu contrato de 6 meses.

E é assim, cada empresa que passo ganho novos amigos, sou melhor em network do que em programar, desejem-me sucesso, pois sorte acho que estou tendo bastante :D

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