February 25th, 2010
Costume nada mais é do que um hábito. Alguns, de tão rotineiros parecem tão normais que as vezes fazemos sem pensar, e não deveriamos.
Um exemplo de costume que eu confesso que já fiz e vi acontecer o em todas empresas que já trabalhei: agradecimentos no e-mail de despedida.
Por que as pessoas só dizem obrigado no momento que estão deixando a empresa? Será que é vergonhoso ou errado agradecer seu colega de trabalho pela ajuda que ele proporciona todos os dias? É estranho agradecer por confiarem no seu serviço? Ou será que, apenas o fato de você estar trabalhando e se empenhando todos os dias transpareça uma imagem de agradecimento?
Ontem após o planning, fomos ao restaurante “comemorarmos” o último sprint que foi aceito pelo PO, e como sempre participei e sendo sincero fui mais um ouvinte de discussões sobre agile, xp, scrum… discussões essas valiosíssimas e que ao deixar o restaurante fiquei tão agraciado que me senti feliz e importante por fazer parte daquele time, e senti uma vontade de agradecer meu amigo que um dia se lembrou do japa aqui e fez o convite para integrar essa equipe, e assim o fiz e me fez refletir sobre esse post.
Não espere ter que sair da empresa para agradecer a oportunidade que lhe deram em um e-mail de despedida, quebre e fuja desse e de outros costumes.
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February 19th, 2010
Tendência é algo que nos cerca por todos os lados, sejam pelas roupas, comida, música e em nossa área não é muito diferente, aliás, acho que talvez possa ser muito mais do que em outras, visto que as novidades não param e todos os meses somos bombardeados com elas em revistas, blogs, fóruns, twitter, eventos…aí eu lhes pergunto:
- vocês costumam ou acham importante ficar por dentro das tendências?
- como filtram o que realmente lhes interessam?
- o que acham das pessoas que não estão nem aí para as novidades?
Já citei em um post passado e até recebi comentários sobre “evolução no código”, talvez tendências tenha um papel fundamental para isso, será que podemos evoluir sem atribuir nada de novo em nosso dia-a-dia? evolução essa que não fica apenas em nossos códigos, mas na forma e em como trabalhamos também.
Dosagem
Algo muito importante, o ideal ou talvez mais óbvio seria dizer “nem muito e nem tão pouco”, já passei por lugares que era muito difícil convencer ao chefe da equipe para incluirmos algo de novo no projeto e outro que por não sofrermos nenhuma resistência nos levaram a grandes falhas. Nos 2 exemplos nós sofremos, no primeiro por talvez termos perdido tempo arrumando soluções próprias sendo que o mercado oferecia uma alternativa pronta e por ficarmos estagnados em nosso “mundinho”. No segundo exemplo podemos dizer que a nossa “festa” no final virou um “pesadelo”, quando decidimos criar um projeto novo olhamos as tendências atuais daquele tempo e atribuímos ao projeto sem ao menos estudar seus pós e contras.
Exemplo
Vamos simular um cenário diferente e pensarmos em quando apresentarmos uma tendência, como as pessoas reagiriam:
- imaginem que nos tempos atuais ainda não utilizássemos “talheres” e projetem um refeitório lotado de programadores de diferente projetos devorando suas marmitas, despedaçando o bifão com os dentes, rasgando a folha do alface com os dedos e esperando o feijão esfriar para não queima-los (programadores orcs eu diria), eis que um deles abre uma matéria em uma revista que falava sobre uma nova tendência que se chamava “UOT - Usem Os Talheres”
- o conceito resume-se em utilizar alguns objetos metálicos para ajudar nas refeições, os objetivos são brandos e claros como: facilitar o corte de alimentos como carnes e legumes, não sujar as mãos durante a alimentação e comer de uma forma mais elegante.
- as discussões sobre essa nova tendência começam, os mais geeks já entram no eBay para encomendar um jogo de talheres enquanto os demais discutem sobre usá-los ou não, a maior discussão gira em torno do “usando ou não vou comer minha marmita do mesmo jeito”.
- com o tempo olhando o refeitório percebemos as divisões, uma parte que começou a usar não largou mais de tão satisfeitos, outros usaram e largaram e uma parte nem chegou a usá-los.
Nesse caso, quem está certo? os que aderiram a novidade, os que começaram e largaram ou os que nem querem saber?
Hoje por tudo que já passei, posso chegar a conclusão que de início ninguém está certo, ou melhor dizendo, eu que estou fora da situação não posso julgá-los, mas posso afirmar que estão certos aqueles que de fato viram suas reais necessidades e concluíram se precisam realmente dos talheres ou não. Cada caso é um caso.
E você? qual seu ponto de vista?
Tags: tendencias
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February 12th, 2010
Canja? nuggets? uma porção de frango a passarinho? brincadeiras à parte, gostaria de saber qual a experiência de vocês em relação aos chickens.
Não lembro aonde li, mas me recordo de ter visto em algum livro ou post que dizia +- assim: “…com o andar do sprint, os pigs identificam um chicken no time, caso haja algum…”
- vocês concordam com essa abordagem?
- ja identificaram algum chicken no time?
Acho que a maior dúvida é, quais atitudes devemos tomar quando isso ocorrer!? discuti esse tema essa semana com meu amigo e o mesmo me disse que passou por uma situação parecida, e no caso deles, eles ajudaram o chicken a ser um pig novamente. Sem dúvidas essa me parece ser a melhor escolha (todo mundo sai ganhando), porém, o chicken muitas vezes não sabe que ele é um chicken e não aceita ajuda, dificultando mais ainda (já passei por tal situação, o rapaz não aceitava ajuda).
Qual o papel do scrum master nesse caso? será que os pigs devem informar aos SM sobre o provável chicken ou se o SM for participativo o suficiente ele teria percebido o mesmo que o restante do time? e se apenas você acha que um membro do time é um chicken? e se fora do trabalho o chicken é um grande amigo, como deixar de lado a amizade e pensar no lado profissional? quanto um chicken pode comprometer um sprint? muitas…muitas dúvidas! afinal, gostaria que contassem se ja passaram por situações parecidas e o que decidiram.
ps: vale lembrar que minha experiência com scrum é pequena, mas por favor, me corrijam se falei muita besteira 
ps2: em nenhum momento criei esse post para crucificar alguém, apenas tenho real interesse na experiência de vocês, acredito que são temas como esse que nos enriquecem e nos deixam mais preparados para as situações do nosso cotidiano.
Tags: chicken, pig, Scrum
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February 8th, 2010
É faz um tempinho que não “posto” nada aqui, mas estou preparando alguns posts e assim que possível estará no blog.
Esse post específico é apenas uma “prestação de contas” para registrar como andam minhas expectativas, em posts passados registrei bons momentos que se misturavam a otimismo e ilusão, mas que de alguma forma servem como um histórico de como tenho evoluído. Bom vamos lá!
Minhas expectativas em voltar a trabalhar com scrum não poderia ser melhor, tenho apreendido muito todos os dias, a cada daily meeting, planning, reviews e retrospectivas. Aprendizado esse que começa desde o planning poker até as reviews, conceitos sobre scrum que eu achava correto estavam totalmente errados, mas que só consegui descobrir após discussões com pessoas do time que possuem mais experiência (muito mais eu diria), discussões essas valiosissimas que renderiam bons temas para posts. Não saberia definir uma palavra para descrever a sensação que tenho de trabalhar com esse pessoal, mas uma coisa é certa, eu realmente tenho sorte, pois além de serem ótimos profissionais também me acolheram super bem, alias, isso sempre ocorreu em todas empresas que trabalhei até hoje. Sortudo ou não?
Essa semana completo 4 meses na casa da AdaptWorks, foi muito rápido!
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October 14th, 2009
O título do post é apenas uma alusão do vídeo que ficou muito famoso “Where the hell is Matt?”, não pense que vou viajar ao redor do mundo, é que esse mês mudei de emprego novamente, estão me chamando de andarilho, cigano…essas coisas, daí lembrei do vídeo e me surgiu a idéia desse título.
Recebi um convite de um amigo para integrar um novo time de desenvolvimento, novamente em sampa, ou seja, durmir até as 8? adeus!, fiquei pensando muito na proposta, pois já estava adaptado no emprego atual…pensei, pensei, pensei mais um pouco e decidi aceitar a proposta, resolvi arriscar e deixar de lado a preguiça de durmir até tarde.
Coencidentemente na mesma semana eu comprei a revista info, que tinha uma matéria sobre scrum e uma parte da matéria falava da AdaptWorks e do Alexandre Magno, e é pra lá que vou…digo, é aonde estou agora. Esse foi um dos motivos para minha decisão, trabalhar novamente com SCRUM.
Aproveito o post para agradecer ao Paulo e a toda galera do IPTI, me acolheram tão bem que na primeira semana de trabalho parecia que trabalhavamos juntos há anos, peço desculpas por não cumprir meu contrato de 6 meses.
E é assim, cada empresa que passo ganho novos amigos, sou melhor em network do que em programar, desejem-me sucesso, pois sorte acho que estou tendo bastante
Tags: adaptworks, Scrum
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July 28th, 2009
Depois de passar por 3 empresas diferentes, percebi que é muito comum tem um “mijão” na empresa, não que eu faço algum tipo de anotação ou coisa do tipo, mas não tem como deixar de notar uma poça de “mijo” no banheiro.
Além de muito desagradável, acho uma tremenda sacanagem com a pessoa que vai ter que limpar aquela sujeira, por nunca ter trabalhado em uma empresa de grande porte, sempre tive contato com todos funcionários, desde o dono até os faxineiros, por isso talvez me sentia mais frustrado que os demais.
Eu e meus amigos já chegamos até a pregar panfletos com frases do tipo “se não tem mira, senta”, “seu pau é menor do que imagina, chegue mais perto”…mas nunca tivemos o sucesso esperado, as vezes dava a impressão de que o sujeito ao invés de dar as “balançadas” convencionais, ele inovava brincando de pirocóptero ou imaginava que tinha um controle do Wii em suas mãos.
Fico com dó das esposas/namoradas dos “mijões”, pois se não conseguem acertar a privada, como conseguem acertar aquele buraco bem menor?
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July 27th, 2009
Antes de começar a escrever, vou contar como tive a idéia de criar esse post.
Alguns dias atrás, um conhecido do fretado me pediu ajuda com um problema que estava enfrentando com JSF, ele estava tentando implementar um método com A4J e não sabia quais propriedades de um binding deveria utilizar, ao me mostrar o código vi vários “System.out.println();” e o questionei, e o mesmo me respondeu que mesmo debugando achava mais fácil imprimir algumas propriedades, segundo ele era mais “rápido”, percebendo sua necessidade lhe apresentei o “Display”, e o mesmo me disse que não conhecia e nenhum dos seus colegas de trabalho utilizava.
Para habilitar essa opção é fácil, vá em: Window -> Show View -> Display irá abrir uma pequena janela ao lado das janelas de opções, como Console, Problemns, Server e etc. Essa opção funciona em modo Debug, você interage quando parar em algum breakpoint, funcionando durante a execução do seu script. Selecione a linha ou trecho de código que deseja executar e aperte o atalho Ctrl + Shift + D , ou copie sua variável para dentro da janela display e a utilize normalmente.
Vejam imagens:

Testando condição

Propriedades da variável (Ctrl + Espaço)
Espero que esse post possa ajudar alguém assim como tem me ajudado, essa dica quem me passou foi o Jonas da Caelum, assim como várias teclas de atalhos do Eclipse, as que eu mais uso são essas:
- Alt + Shift + R: refactor
- Alt + Shift + M: extrai uma linha ou várias para um novo método
- Ctrl + Alt + Seta para cima/baixo: copia seu código para cima ou para baixo
- Alt + Seta para cima/baixo: movimenta seu código para cima ou para baixo
- Alt + Shift + X: leque de opções para execução, teste junit por exemplo é: Alt + Shift + X + T (esse é legal de se fazer)
- Ctrl + 1: sugestões (essa acho que todo mundo conhece)
- Ctrl + Espaço (nem preciso falar né?)
- Ctrl + 3: acho que to apelando…tá bom
Não quero mostrar que sei algumas teclas de atalho do Eclipse, só quero passar o que me ensinaram, pois acredito que os atalhos nos deixam mais produtivos; tenho um bom mouse, mas quanto menos eu pegar nele melhor 
Desculpem me se não ficou muito claro, qualquer dúvida podem me enviar e-mail, deixar um comentário ou twittar.
Tags: debug, Dicas, display, eclipse
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July 13th, 2009
Para escrever esse post me inspirei e tive ajuda de um grande amigo, dividi minha baia com ele por quase 2 anos e com certeza aprendi muito, discutimos inumeras vezes o que é normal, já que ninguém pensa da mesma forma, mas sempre soubemos separar o profissional do pessoal. Além de ser super auto-didata, era um grande defensor do código elegante e sempre que se deparava com algum código mal escrito, fazia questão de dizer sobre, sempre autêntico nessas horas, porém, sempre depois da critiva ele sugeria algo melhor ou na maioria das vezes a maneira correta de se fazer.
Ele sempre dizia sobre “code-monkey” e pedi para ele explicar com suas próprias palavras:
“Bom, pra explicar o que é um code monkey para mim, tenho que falar da teoria dos macacos infinitos. Existe uma teoria que diz que se colocarmos infinitos macacos com infinitas máquinas de escrever com tempo infinito, em algum momento eles vão escrever a obra de Shakespeare completa! XD Tem uma prova matemática até lá na Wikipedia http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_do_macaco_infinito e para mim um code monkey é tipo isso mas ele escreve código. O cara senta lá, bate no teclado e acontece de a combinação das teclas que ele apertou acabar em um código de computadores, ele não sabe por que funciona, como funciona e nem como fazer funcionar de novo. O cara senta e produz código. Um programador de verdade tem que saber o mínimo de arquitetura e design de sistemas de computadores, ele tem que saber fazer funcionar e fazer bonito! Só fazer funcionar qualquer code monkey faz, o papel de um programador é fazer funcionar bonito!”
por Michael Kuhinika
Não quero dizer que um iniciante por exemplo deve saber tudo, mas sou totalmente contra ao famoso Ctrl+C e Ctrl+V o que é muito comum de se ver, mais comum ainda é os programadores que antes de tentar entender o problema, recorrem ao Google e/ou fóruns como o GUJ por exemplo, e na maioria dos casos não sou a favor do “reescrever a roda”, mas o que eu sempre digo é para tentarem entender o problema ou pelo menos tentarem entender o que o código “copiado” faz. Ja testemunhei um caso cômico de uma classe “clonada” e que o programador disse ter feito, mas de tão “esperto” esqueceu de tirar o cabeçalho do javadoc que tinha o nome, e-mail e site do verdadeiro autor, comédia né?
O método de “tentativa e erro” é uma grande característica do code-monkey, ele nem faz idéia do que está digitando, ele só espera que em alguma hora de alguma forma apareça o “Hello World” na tela, costuma dar refresh para ver se o erro desaparece e na maioria da vezes diz que “debugar” é chato, e quando debuga utiliza-se da técnica do System.out.println(”passou aqui”);
Vocês podem estar pensando que quero me gabar de alguma coisa, mas não é esse o propósito, fui um code monkey em um passado não muito distante e foi esse grande amigo que me fez mudar, tive sorte de tê-lo por perto para mudar a tempo e tomara que consiga mudar a maneira de algumas pessoas pensarem com esse post(tá bom, acho que estou pretencioso de mais), para quem não me conhece pode até parecer que sou um cara difícil de se lidar, mas não é verdade, sobrariam dedos na mão do Lula se eu contasse quantas inamizades eu criei até hoje em todas as empresas que passei. Esse é outro post sobre meu cotidiano e em agradecimento a outro amigo, Michael Kuhinika, que além de ótimo programador é outro RPGista, que só troca uma pata de camelo pelo Guitar Hero
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July 8th, 2009
Dois dias atrás (06/07) recebi um e-mail de uma pessoa com quem dividia a mesma baia na empresa que trabalhava, dizendo que estava super contente pois nos últimos dias se saiu muito bem com suas tarefas, nada melhor do que ter confiança em si mesmo. Eu sei bem o que é isso.
Fiquei muito contente ao receber essa notícia, em parte tive uma pequena participação em sua evolução, passei algumas horas com ela no pair programming, aliás, ela não pode reclamar, pois teve como par 3 diferentes consultores da Caelum por algumas semanas (Rafael, Jonas e Diego), além disso agora ela está ajudando outro desenvolvedor da equipe (repararam no ciclo?), bom né?, eu diria ótimo!. Torço para que ela continue assim, e como diz meu caro amigo blogueiro e twitteiro Rafael Ponte “só melhoria continua salva”.
Esse post é pra você Inah, espero que não se acomode e nem pare de estudar…e para de ficar implicando com outros funcionários da empresa
e deixa o Phillip ouvir o radinho dele sossegado, é bem melhor que ficar ouvindo ele cantando
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June 22nd, 2009
Para quem não sabe, dia 10 me desliguei da empresa que trabalhava, não tinha nenhum problema relativo ao trabalho ou relacionamento, meu único problema era a distância, estava chegando atrasado quase todos os dias e para não perder meu fretado tinha que sair antes de todo mundo, e isso me incomodava além de começar a ficar desgastante.
Essa segunda dei início ao meu novo trabalho, agora mais perto de casa, antes acordava as 4:30 e agora posso me levantar com folga as 7 da manhã, fora que chego bem mais cedo em casa também e isso tem feito muita diferença. Antes trabalhava preocupado com o horário, pois se eu perdesse meu fretado era um caos até chegar em casa, agora estou livre dessa preocupação, aliás a única que tenho agora é com o serviço de fato.
Ainda é cedo para falar, uma semana apenas, mas fui muito bem recepcionado pela equipe toda, não sei quais são as expectativas que têem sob mim, mas com mais tempo livre quero me dedicar mais aos estudos e não quero causar nenhuma má impressão pelo menos até o final do contrato que são de 6 meses apenas.
Ano que vem talvez volte para sampa, mas agora que já senti o gosto de trabalhar próxima a minha casa, será difícil querer voltar a levantar de madrugada para pegar o fretado, bom, até o final do ano tem tempo e muita coisa pode mudar, e espero que possa ficar ainda melhor.
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