fuja da rotina

Quando não tenho nada pra fazer gosto de pensar na vida, fico viajando mesmo e reflito um pouco meus passos. Esses dias, me senti um tanto quanto desconfortável da forma como tenho levado a vida, da casa para o trabalho, do trabalho para casa e quando chegava no meu quarto já ligava meu note, e aos finais de semana essa era a primeira coisa que fazia após escovar os dentes, nada saudável. Ok, trabalho com web e gosto de ler feeds, ver vídeos e conversar com os amigos pelo gtalk/msn, mas acho que tenho passado dos limites.

Pensando nisso, decidi mudar. Fui de certa maneira inteligente por ter notado essa deficiência, agora vem a parte mais difícil, a mudança. Mas como? durmir está fora de cogitação, TV/PS3/Wii dá no mesmo que ficar na frente do note. Academia? muay thai como a @monteirobrena sugeriu, talvez, mas desde a semana passada tenho acompanhado o trabalho do @Thomas_Nunes na tentativa de criar um um novo logo e isso me interessou. Arrisquei alguns traços e dei alguns sugestões, eis que todo esse trabalho me despertou o interesse em voltar a desenhar. Desde pequeno gostava de ficar horas desenhando (quando não estava na roça nem na escola), e por muito tempo tinha parado, deve ser daí a explicação pra minha caligrafia ter piorado tanto também. Pois bem, no começo do mês fomos a Fnac apenas por curiosidade e não resisti, comprei um bloco de anotações e estou carregando pra todos os lados, além de ser útil pra anotar possíveis idéias para posts, tenho esboçado alguns desenhos também e esse tem sido meu passatempo nos últimos dias.

Enfim, estava apenas incomodado com minha rotina e acabei despertando a vontade de desenhar novamente, tudo isso não teria valor nenhum se eu não reconhecesse uma falha e não tivesse vontade de mudar, e o desenho é apenas um exemplo, o que tiro de lição é que rotina faz mal, nos deixam como robôs, o legal é mudar, improvisar, surpreender…mude alguma coisa você também e fuja da rotina.

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livro liderança radical

Meus familiares e amigos mais íntimos, sabem que não sou muito adepto da leitura, ja tentei ler alguns best-sellers mas não consigo, ler apenas por ler não me instiga, ainda prefiro assistir um filme ao ler um livro. Porém, confesso que tenho me esforçado e ja li alguns livros excelentes desde que entrei na Adaptworks, livros esses que me fazem refletir, inspirar e indagar muitas coisas do dia-a-dia, por isso começo hoje uma nova categoria de posts, livros que recomendo.

O primeiro livro que recomendo é o Liderança Radical do Steve Farber, quem me recomendou foi o Edmilson após alguma discussão sobre “liderança”, ao me recomendar ele disse “leia esse livro, é rapido e não conseguirá parar de ler”. De fato o livro é bem fino, mas não consegui ler em um dia porque paro a leitura quando começo a me dispersar. Sim, sou preguiçoso e sonolento zzzZzzzz

O livro é muito envolvente, só de ler toda a história que Farber narra com maestria já vale muito a pena, mas como citei no meu recente post no blog da Adptworks, o autor nos deixa grandes exemplos de liderança que podem ser aplicadas não apenas ao líderes, mas para todos os profissionais que querem se destacar, não caindo no marasmo do cotidiano e chamando atenção para todos os leitores refletirem sobre seus empregos, se realmente estão comprometidos e amam suas atividades. O recado do livro é simples, mas de nada adianta ler o livro como se fosse mais um best-seller e deixa-lo na estante, tenho certeza que Farber teve um put@ trabalho de juntar todo esse material, por isso leia e tente incorporar algo de positivo pra você.

E vocês, me recomendam algum livro?

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informe

Pessoal, essa semana publiquei um post no blog da Adaptworks, quem quiser conferir é só acessar: blog.adaptworks.com.br
Comentário são sempre bem vindos!

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lavando a roupa suja

Ao longo desses anos que trabalho na minha área de formação, venho notando que assim como em qualquer outra, é muito difícil nos dar bem com todo mundo, e comigo não é diferente. Vou citar alguns exemplos:

O que leva um programador dizer aos demais que ele ganha mais do que os outros? – Sim, trabalhei com um mané que frequentemente fazia questão de deixar claro pra todo mundo que ele ganhava mais, pelo menos ele era de outra equipe (equipe mesmo, aquilo estava muito longe de ser um time). Resultado, devido ao seu comportamento ele foi demitido no meio de um projeto.
Já imaginou dividir a baia com o Charles Bronson? é amigão, eu tive esse “privilégio”, o cara era o “fodão” (pelo menos ele pensava que fosse), além de ser super auto-confiante não admitia erros, quando ele errava a equipe toda era culpada, mas quando alguma outra pessoa da equipe cometia um erro, a culpa era só dela. Uma vez passei a semana toda em uma task beeeem chata, mas que consegui finaliza-la na sexta e quando voltei na segunda ele tinha dito que tinha feito “coisas mirabolantes” e que tinha terminado o que eu tinha feito, wtf? com toda minha calma oriental falei que ja tinha feito exatamente aquilo que ele acabara de me falar, mas claro que o Charles Bronson não satisfeito fez questão de mostrar o código, que logo reconheci pois estava exatamente como deixei na sexta, dessa vez eu não satisfeito abri a versão passada do meu commit e mostrei “olha meu commit de sexta, eu ja tinha feito isso”. Resultado, ele saiu da empresa por conta própria, mas logo quis voltar e a empresa não o aceitou de volta.
Bugs são chatos, mas uma pessoa que só cria bugs é mais chato ainda. Bug é um jeito formal de falar em nossa área, mas em alguns casos é uma “cagada” mesmo, pense em ter uma pessoa da equipe que não aceita ajuda e só cria “bugs”, e o pior, depois ele não assume os erros e outras pessoas da equipe perde tempo consertando seus erros enquanto ele cria mais bugs…é inacreditável algumas coisas que lembro. Resultado, devido a pressão ele saiu \o/

Hoje com tudo que tenho apreendido sobre scrum, muitos desses problemas poderiam ser resolvidos muito mais rápido e talvez impedisse a perda de pessoas no meio do projeto, com a retrospectiva que é a tal hora de “lavar a roupa suja” todos esses problemas que enfrentei poderiam ser jogados na mesa, e talvez poderiamos saber as opiniões dos outros membros da equipe e quem sabe se todos tivessemos a mesma opinião conseguiriamos ajudar a pessoa, ou até mesmo, se eu fosse a única pessoa a ter notado esse problema…talvez eu fosse o empecilho e eu precisasse de ajuda, quem sabe eu era o único chatão…

E vocês, costumam “lavar a roupa suja” em suas retrospectivas?

edit: o comentário da Brena me fez lembrar que, lavar a roupa suja é diferente de “caça as bruxas”, não devemos levantar culpados e sim procurarmos resolver os problemas da melhor forma possível para o time.

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quebrando um costume

Costume nada mais é do que um hábito. Alguns, de tão rotineiros parecem tão normais que as vezes fazemos sem pensar, e não deveriamos.

Um exemplo de costume que eu confesso que já fiz e vi acontecer o em todas empresas que já trabalhei: agradecimentos no e-mail de despedida.
Por que as pessoas só dizem obrigado no momento que estão deixando a empresa? Será que é vergonhoso ou errado agradecer seu colega de trabalho pela ajuda que ele proporciona todos os dias? É estranho agradecer por confiarem no seu serviço? Ou será que, apenas o fato de você estar trabalhando e se empenhando todos os dias transpareça uma imagem de agradecimento?

Ontem após o planning, fomos ao restaurante “comemorarmos” o último sprint que foi aceito pelo PO, e como sempre participei e sendo sincero fui mais um ouvinte de discussões sobre agile, xp, scrum… discussões essas valiosíssimas e que ao deixar o restaurante fiquei tão agraciado que me senti feliz e importante por fazer parte daquele time, e senti uma vontade de agradecer meu amigo que um dia se lembrou do japa aqui e fez o convite para integrar essa equipe, e assim o fiz e me fez refletir sobre esse post.

Não espere ter que sair da empresa para agradecer a oportunidade que lhe deram em um e-mail de despedida, quebre e fuja desse e de outros costumes.

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tendências

Tendência é algo que nos cerca por todos os lados, sejam pelas roupas, comida, música e em nossa área não é muito diferente, aliás, acho que talvez possa ser muito mais do que em outras, visto que as novidades não param e todos os meses somos bombardeados com elas em revistas, blogs, fóruns, twitter, eventos…aí eu lhes pergunto:

  • vocês costumam ou acham importante ficar por dentro das tendências?
  • como filtram o que realmente lhes interessam?
  • o que acham das pessoas que não estão nem aí para as novidades?

Já citei em um post passado e até recebi comentários sobre “evolução no código”, talvez tendências tenha um papel fundamental para isso, será que podemos evoluir sem atribuir nada de novo em nosso dia-a-dia? evolução essa que não fica apenas em nossos códigos, mas na forma e em como trabalhamos também.

Dosagem
Algo muito importante, o ideal ou talvez mais óbvio seria dizer “nem muito e nem tão pouco”, já passei por lugares que era muito difícil convencer ao chefe da equipe para incluirmos algo de novo no projeto e outro que por não sofrermos nenhuma resistência nos levaram a grandes falhas. Nos 2 exemplos nós sofremos, no primeiro por talvez termos perdido tempo arrumando soluções próprias sendo que o mercado oferecia uma alternativa pronta e por ficarmos estagnados em nosso “mundinho”. No segundo exemplo podemos dizer que a nossa “festa” no final virou um “pesadelo”, quando decidimos criar um projeto novo olhamos as tendências atuais daquele tempo e atribuímos ao projeto sem ao menos estudar seus pós e contras.

Exemplo
Vamos simular um cenário diferente e pensarmos em quando apresentarmos uma tendência, como as pessoas reagiriam:

  • imaginem que nos tempos atuais ainda não utilizássemos “talheres” e projetem um refeitório lotado de programadores de diferente projetos devorando suas marmitas, despedaçando o bifão com os dentes, rasgando a folha do alface com os dedos e esperando o feijão esfriar para não queima-los (programadores orcs eu diria), eis que um deles abre uma matéria em uma revista que falava sobre uma nova tendência que se chamava “UOT – Usem Os Talheres”
  • o conceito resume-se em utilizar alguns objetos metálicos para ajudar nas refeições, os objetivos são brandos e claros como: facilitar o corte de alimentos como carnes e legumes, não sujar as mãos durante a alimentação e comer de uma forma mais elegante.
  • as discussões sobre essa nova tendência começam, os mais geeks já entram no eBay para encomendar um jogo de talheres enquanto os demais discutem sobre usá-los ou não, a maior discussão gira em torno do “usando ou não vou comer minha marmita do mesmo jeito”.
  • com o tempo olhando o refeitório percebemos as divisões, uma parte que começou a usar não largou mais de tão satisfeitos, outros usaram e largaram e uma parte nem chegou a usá-los.

Nesse caso, quem está certo? os que aderiram a novidade, os que começaram e largaram ou os que nem querem saber?

Hoje por tudo que já passei, posso chegar a conclusão que de início ninguém está certo, ou melhor dizendo, eu que estou fora da situação não posso julgá-los, mas posso afirmar que estão certos aqueles que de fato viram suas reais necessidades e concluíram se precisam realmente dos talheres ou não. Cada caso é um caso.

E você? qual seu ponto de vista?

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o que fazer com um chicken?

Canja? nuggets? uma porção de frango a passarinho? brincadeiras à parte, gostaria de saber qual a experiência de vocês em relação aos chickens.

Não lembro aonde li, mas me recordo de ter visto em algum livro ou post que dizia +- assim: “…com o andar do sprint, os pigs identificam um chicken no time, caso haja algum…”

  1. vocês concordam com essa abordagem?
  2. ja identificaram algum chicken no time?

Acho que a maior dúvida é, quais atitudes devemos tomar quando isso ocorrer!? discuti esse tema essa semana com meu amigo e o mesmo me disse que passou por uma situação parecida, e no caso deles, eles ajudaram o chicken a ser um pig novamente. Sem dúvidas essa me parece ser a melhor escolha (todo mundo sai ganhando), porém, o chicken muitas vezes não sabe que ele é um chicken e não aceita ajuda, dificultando mais ainda (já passei por tal situação, o rapaz não aceitava ajuda).
Qual o papel do scrum master nesse caso? será que os pigs devem informar aos SM sobre o provável chicken ou se o SM for participativo o suficiente ele teria percebido o mesmo que o restante do time? e se apenas você acha que um membro do time é um chicken? e se fora do trabalho o chicken é um grande amigo, como deixar de lado a amizade e pensar no lado profissional? quanto um chicken pode comprometer um sprint? muitas…muitas dúvidas! afinal, gostaria que contassem se ja passaram por situações parecidas e o que decidiram.

ps: vale lembrar que minha experiência com scrum é pequena, mas por favor, me corrijam se falei muita besteira :)
ps2: em nenhum momento criei esse post para crucificar alguém, apenas tenho real interesse na experiência de vocês, acredito que são temas como esse que nos enriquecem e nos deixam mais preparados para as situações do nosso cotidiano.

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news

É faz um tempinho que não “posto” nada aqui, mas estou preparando alguns posts e assim que possível estará no blog.
Esse post específico é apenas uma “prestação de contas” para registrar como andam minhas expectativas, em posts passados registrei bons momentos que se misturavam a otimismo e ilusão, mas que de alguma forma servem como um histórico de como tenho evoluído. Bom vamos lá!

Minhas expectativas em voltar a trabalhar com scrum não poderia ser melhor, tenho apreendido muito todos os dias, a cada daily meeting, planning, reviews e retrospectivas. Aprendizado esse que começa desde o planning poker até as reviews, conceitos sobre scrum que eu achava correto estavam totalmente errados, mas que só consegui descobrir após discussões com pessoas do time que possuem mais experiência (muito mais eu diria), discussões essas valiosissimas que renderiam bons temas para posts. Não saberia definir uma palavra para descrever a sensação que tenho de trabalhar com esse pessoal, mas uma coisa é certa, eu realmente tenho sorte, pois além de serem ótimos profissionais também me acolheram super bem, alias, isso sempre ocorreu em todas empresas que trabalhei até hoje. Sortudo ou não?

Essa semana completo 4 meses na casa da AdaptWorks, foi muito rápido!

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Where the hell is Massa?

O título do post é apenas uma alusão do vídeo que ficou muito famoso “Where the hell is Matt?”, não pense que vou viajar ao redor do mundo, é que esse mês mudei de emprego novamente, estão me chamando de andarilho, cigano…essas coisas, daí lembrei do vídeo e me surgiu a idéia desse título.
Recebi um convite de um amigo para integrar um novo time de desenvolvimento, novamente em sampa, ou seja, durmir até as 8? adeus!, fiquei pensando muito na proposta, pois já estava adaptado no emprego atual…pensei, pensei, pensei mais um pouco e decidi aceitar a proposta, resolvi arriscar e deixar de lado a preguiça de durmir até tarde.
Coencidentemente na mesma semana eu comprei a revista info, que tinha uma matéria sobre scrum e uma parte da matéria falava da AdaptWorks e do Alexandre Magno, e é pra lá que vou…digo, é aonde estou agora. Esse foi um dos motivos para minha decisão, trabalhar novamente com SCRUM.

Aproveito o post para agradecer ao Paulo e a toda galera do IPTI, me acolheram tão bem que na primeira semana de trabalho parecia que trabalhavamos juntos há anos, peço desculpas por não cumprir meu contrato de 6 meses.

E é assim, cada empresa que passo ganho novos amigos, sou melhor em network do que em programar, desejem-me sucesso, pois sorte acho que estou tendo bastante :D

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toda empresa tem um mijão

Depois de passar por 3 empresas diferentes, percebi que é muito comum tem um “mijão” na empresa, não que eu faço algum tipo de anotação ou coisa do tipo, mas não tem como deixar de notar uma poça de “mijo” no banheiro.
Além de muito desagradável, acho uma tremenda sacanagem com a pessoa que vai ter que limpar aquela sujeira, por nunca ter trabalhado em uma empresa de grande porte, sempre tive contato com todos funcionários, desde o dono até os faxineiros, por isso talvez me sentia mais frustrado que os demais.
Eu e meus amigos já chegamos até a pregar panfletos com frases do tipo “se não tem mira, senta”, “seu pau é menor do que imagina, chegue mais perto”…mas nunca tivemos o sucesso esperado, as vezes dava a impressão de que o sujeito ao invés de dar as “balançadas” convencionais, ele inovava brincando de pirocóptero ou imaginava que tinha um controle do Wii em suas mãos.
Fico com dó das esposas/namoradas dos “mijões”, pois se não conseguem acertar a privada, como conseguem acertar aquele buraco bem menor?

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